16 Apr 2018

A automação de energia reduz os custos de rotina das unidades operacionais

A automação de energia reduz os custos de rotina das unidades operacionais (imagem)
 
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A necessidade da redução de gastos supérfluos é mais imperativa que nunca em operações de refinaria. Algumas dessas perdas de receita foram identificadas durante paradas programadas das unidades, onde geradores temporários são ativados para apoiar os trabalhos de manutenção realizados por diversos empreiteiros. Na maior parte do tempo  os geradores ficam inativos, gastando combustível e gerando emissões que, provavelmente, não teriam nenhuma consequência há 20 anos atrás. Entretanto, os limites de emissão de nível 4 da EPA mudaram, e é por isso que estamos dando mais ênfase nos sistemas de automação de energia – até para serviços temporários.

Os geradores móveis que são levados para apoio em caso de interrupções inesperadas e emergências, como ocorreu com o recente furacão Harvey que impactou as operações de refinaria na Costa do Golfo, se beneficiaram dos sistemas de automação de energia, eliminado o ócio e diminuindo em 65% os custos com combustível, de acordo com as estimativas. Essa tecnologia também reduz as emissões, independente da origem do combustível. O sistema escalável de automação energética de um fornecedor incorpora um kit híbrido de controle de bateria que sincroniza o stop e start com controles lógicos programáveis (PLCs), interruptores de nível de tanque, contato de termostato, acionador de válvulas e outros interruptores digitais.

Para um dos maiores fornecedores de energia móvel, Aggreko, este  sistema foi aperfeiçoado para operações de óleo e gás, como com sistemas de levantamento artificial, estações de bombeamento para midstream e instalações relacionadas. De acordo com um operador de midstream, “tínhamos diversos problemas com geradores a diesel quando ativados em baixas cargas, resultando em problemas de confiabilidade, como quando é ativado em cargas completas por 30 a 90 minutos e depois inativado por 30 a 90 minutos. Em outros casos, havia outras cargas que funcionavam 4 a 5 horas totalmente e depois 8 a 10 horas  em modo ocioso. Cenários semelhantes de início e parada são observados em certas operações de refinaria e petroquímica”.  

A atual gama de aplicações integradas com geradores temporários, trocadores de calor, chillers , etc., aumenta o tempo de atividade, pois reduz as falhas associadas ao superaquecimento e ao tempo de inatividade excessivo. Citando outro exemplo aplicado ao Midstream: a bomba de impulsionamento para deslocamento de 200 hp um operador movia o petróleo produzido no campo por pipeline até as instalações de coleta. A bomba só funcionava durante duas horas por dia, então a Aggreko forneceu um sistema que incorporava uma bateria híbrida à rede de automação de energia para fornecer energia somente quando necessário.

Em geral, os sistemas de bateria híbrida integrados em um sistema de automação de energia principal enviam energia para executar cargas de baixo consumo de energia, como sistemas de comunicação e monitoramento, iluminação temporária, etc., permitindo que os geradores temporários de "tamanho industrial" sejam ativados ou desativados apenas haja um aumento na demanda por cargas maiores (por exemplo, bombas de circulação). Além disso, os especialistas técnicos da Aggreko monitoram o desempenho do sistema de automação de energia via Aggreko Remote Monitoring (ARM) - um serviço de monitoramento e diagnóstico remoto em tempo real, para garantir que tudo seja executado com a máxima eficiência.

Matéria Original: http://refineryoperations.com/power-automation-reduces-routine-unit-operational-costs/?lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_company%3B3k61X8HmR2iP%2FEoFUcvW7g%3D%3D

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